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Preço da carne deve se manter em alta; saiba o motivo

Nos últimos meses, os brasileiros viram a carne sumir dos pratos das refeições. Depois de subir 18% em 2020, o alimento continua registrando alta nos supermercados, por causa de problemas climáticos e custos.

Em fevereiro, o preço da carne subiu 1,72% em relação a janeiro e, nos últimos 12 meses, registra alta de 29,5%. Os dados são do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), índice que mede a inflação oficial do país, publicado no último dia 3 de março, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Em fevereiro, o corte com maior variação foi o lagarto comum, com avanço de 3,60%. Já o contra filé aumentou 2,06% e a alcatra subiu 3,05%. Diferentemente destas carnes, a de porco, por exemplo, caiu 2,05%.

Preços elevados

De acordo com o assessor técnico da Comissão Nacional de Bovinocultura de Corte da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), Ricardo Nissen, uma das explicações para a alta de preço é a menor disponibilidade de gado para o abate, que vem ocorrendo desde 2020. Além disso, a alta dos preços da carne é atribuido à seca mais longa do que o normal, no fim do ano passado, o que levou a um atraso na produção do boi de pasto. (A Tarde)

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