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Tendência é de que Carnaval não seja ponto facultativo na Bahia, antecipa Bruno Reis

A tendência em Salvador e na Bahia é de que não seja decretado ponto facultativo no período em que aconteceria o Carnaval. A informação foi adiantada pelo prefeito da capital baiana, Bruno Reis (DEM), em entrevista coletiva com a imprensa na manhã desta segunda-feira (25).

O gestor ainda vai se reunir com o governador Rui Costa (PT) para discutir o tema.

Bruno classificou as próximas datas comemorativas, Yemanjá (2 de fevereiro) e o Carnaval (16 de fevereiro), como “desafios”.

“Vem aí alguns desafios pela frente”, previu o prefeito ao citar a lavagem do Rio Vermelho, que marca as comemorações do dia de Yemanjá e que tradicionalmente reúne milhares de pessoas na praia do bairro para prestar homenagens, orações e entregar presentes.

“Carnaval que vem ai vou tratar com o governador. Decretar ponto facultativo ou não? A tendência é não decretar”, reconheceu.

Segundo Bruno, nada está definido ainda. “Mas cada dia sua agonia”, disse o gestor ao pregar cautela sobre as definições relacionadas ao tema e também sobre retomada de medidas mais restritivas na capital.

O inquérito epidemiológico sobre o coronavírus em Salvador vai pesar nas decisões da prefeitura da cidade em relação às medidas de combate a pandemia e proteção à vida.

Os dados, que mostraram que 20% da população de Salvador já foi infectada pelo vírus (leia mais aqui). Os resultados preliminares do estudo foram apresentados nesta segunda pelo prefeito. De acordo com Bruno, as informações nortearam a decisão sobre a manutenção, até 9 de fevereiro, do decreto que proíbe a venda de bebidas em locais públicos nos bairros do Rio Vermelho e de Itapuã, entre 17h e 7h de sexta a domingo. (BN)

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