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Neymar marca três vezes no jogo contra o racismo e assume artilharia da Champions League

O árbitro holandês Danny Makkelie reiniciou o jogo entre Paris Saint-Germain e Istambul Basaksehir com falta na intermediária, exatamente onde havia terminado na véspera, com a injúria racista do romeno Sebastian Coltescu. Sete minutos depois, Neymar marcou o primeiro do Paris Saint-Germain, na goleada por 5 x 1. Foram três gols de Neymar e dois de Mbappé. Não poderia haver manifestação pela igualdade mais poderosa do que cinco gols dos dois craques.

Neymar já teve atuações diferentes na luta contra o racismo. Em 2010, disse à coluna de Sonia Racy, no jornal O Estado de S. Paulo, que nunca havia sofrido racismo “até porque não sou preto, né?” Mudou. Já afirmou que seu pai é negro, sua mãe é branca e todos somos iguais. Em 2017, pronunciou-se contra ações de supremacistas brancos ao se tornar embaixador da ONG Handcap, numa cerimônia da ONU.

Neste ano, acusou racismo do zagueiro espanhol González, do Olympique de Marselha, e foi um dos que se mantiveram firmes na decisão de não jogar pela Champions League, enquanto o romeno Sebastian Coltescu não fosse substituído.
No dia seguinte ao episódio mais firme da história do futebol contra o racismo, a suspensão de PSG x Istambul, Neymar brilhou. Fez três gols e assumiu a artilharia da Champions League, empatado com Rashford, Haaland e Morata.

Neymar já foi artilheiro da Champions da temporada 2014/15, daquela vez empatado com Messi e Cristiano Ronaldo e com 10 gols, apenas quatro a mais do que já marcou na atual edição. (Globo Esporte)

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