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Hospitais filantrópicos da Bahia sofrem com alta de produtos médicos e EPIs

Os hospitais filantrópicos da Bahia reclamam do aumento nos preços de alguns itens de uso diário. Segundo Dora Nunes, presidente da Federação das Santas Casa e Hospitais Filantrópicos do Estado da Bahia, o crescimento nos preços de itens como luvas, máscaras, óculos de proteção, aventais e álcool gel ultrapassa os 500%. Ela ainda relata que as entidades tem percebido o crescimento do consumo destes EPIs em quase 318%.

Tendo em vista os dados, a Federação fez um alerta ao poder público e à sociedade em geral e também pediu ajuda para o setor.

Dora Nunes destaca que a majoração agrava a saúde das entidades filantrópicas, uma vez que os repasses dos governos federal e estadual cobrem cerca de 60% dos custos destas unidades direcionados aos atendimentos SUS. Então é preciso buscar outras fontes de receitas e ajudas para o fechamento das contas.

Na Bahia o setor filantrópico está presente em 23 regiões de saúde, das 28 existentes. A Federação destaca que o fato demonstra o papel estratégico e fundamental destas instituições na garantia do direito à saúde do cidadão baiano. “Há municípios que contam somente com um único hospital sendo este filantrópico”. O setor filantrópico, responsável, atualmente, por quase 68% dos atendimentos SUS, somando média e alta complexidade no Estado Bahia.

A presidente da FESFBA ainda diz que a entidade está mais do que nunca preocupada com a continuidade da existência das unidades filantrópicas, e tem tentado buscar diálogo, mas sem êxito até o momento, com o Estado e Municípios, no sentido de obter apoio destes entes para que seja dada ao setor oportunidade de ser inserido no plano de contingenciamento do Coronavirus, seja contratando leitos de UTI e de retaguarda, seja fazendo doações dos EPIs , seja repassando os recursos de emendas e portarias que estão represados no Estado e municípios ,seja pagando as etapas antigas da Sua nota é 01 Show de Solidariedade, além de garantir o repasse integral dos contratos sem que haja cobrança das metas quantitativas e de qualidade.

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