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Maioria dos brasileiros culpa Vale por Brumadinho e quer que empresa perca licença

A maioria dos brasileiros acredita que a mineradora Vale é a maior responsável pelo rompimento da barragem Mina Córrego do feijão, na cidade de Brumadinho, em Minas Gerais, de acordo com um levantamento do Instituto Paraná Pesquisas que ouviu 2.420 pessoas em 188 municípios nas 27 unidades da Federação. Um total de 64,4% atribuem a culpa pelo que aconteceu à empresa, 21,3% acreditam que o governo de Minas Gerais é o responsável, enquanto 10,4% apontaram o Governo Federal como o culpado pelo rompimento da barragem. O número de pessoas que acreditam que o caso foi um acidente e que ninguém é responsável equivale a 1,4%. Outros 3,6% não souberam responder. O Paraná Pesquisas questionou se as pessoas eram a favor ou contra que a Vale perdesse a licença de mineração. Nesse sentido, 65,7% se declararam favoráveis, 28% contrárias e 6,4% não souberam responder. Para 52,6% dos entrevistados a Justiça deveria prender todos os executivos da mineradora Vale. 24,2% defendem que a Justiça deveria determinar o afastamento dos executivos das funções que exercem multa e decretar prisão, mas não o congelamento de bens. O congelamento de bens, mas não a prisão foram a opção de 13,3% dos entrevistados em relação a ação da Justiça com os executivos e dirigentes da Vale. Um total de 2,7% não concordaram com nenhuma das opções e acreditam que os executivos não têm culpa do que aconteceu em Brumadinho e 7,2% não souberam responder. Quando questionados sobre ser a favor ou contra que o Governo Federal suspendesse todas as licenças de mineração para a realização de uma nova licitação para a escolha de novas empresas 66,2% foram favoráveis. O número de pessoas contrárias a esta medida foi 25,4% e 8,4% não souberam responder ao questionamento. A possibilidade do Governo Federal assumir a responsabilidade pela mineração do país através da criação de uma empresa estatal agradou 35,1% dos entrevistados, que se disseram a favor da adoção desta medida. No entanto a maioria, 58,9%, foi contrária. Nessa pergunta 6% não souberam responder. (Bahia Noticias)

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