PSL rejeita que partido de João Henrique assuma campanha de Bolsonaro na Bahia

A presidente do PSL na Bahia, Professora Dayane Pimentel, estava gravando o vídeo que anunciaria a vinda de Jair Bolsonaro (PSL) para a Bahia na próxima quinta-feira (13), quando soube que o candidato à Presidência da República pelo seu partido foi esfaqueado. Após o atentado, o deputado federal ficou impedido de fazer campanha corpo a corpo e o PSL baiano não pretende utilizar o vice, General Mourão, para assumir o lugar de Bolsonaro na campanha. “Acabou. Ele não tem como viajar e o tempo de recuperação será longo. Vamos continuar a campanha na internet”, destacou Alberto Pimentel, coordenador da campanha de Bolsonaro na Bahia. O candidato visitaria a capital Salvador e Feira de Santana durante a passagem pelo estado, nesta semana. Do PRTB, o vice General Hamilton Mourão já se colocou à disposição para assumir a campanha do companheiro militar de chapa. A direção local do PRTB, inclusive, trabalha com essa hipótese. A possibilidade, porém, é rebatida pelo PSL Baiano. "Bolsonaro é insubstituível”, destacou Alberto sobre a possibilidade. Apesar de estarem aliados nacionalmente, a relação entre PRTB e PSL na Bahia tem as suas rusgas. A repercussão negativa da candidatura de João Henrique ao governo pelo PRTB fez com que, mesmo em aliança nacional, o PSL baiano descarte pedir votos para o ex-prefeito soteropolitano correligionário de Mourão.

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