Após ter filha grávida morta por patrões, mãe diz que ela era estuprada e vivia em cárcere

A auxiliar de serviços gerais Selmair Arruda de Moraes, mãe da técnica em segurança Atyla Arruda Barbosa, de 20 anos, contou que a filha, antes de ser morta, foi estuprada e mantida em cárcere privado na casa dos patrões, um casal, no litoral de São Paulo. De acordo com o site G1, os dois foram presos pela polícia suspeitos de matarem a garota para ficar com o seguro de vida dela. A polícia acreditava que Atyla havia sido vítima de afogamento em junho, em uma praia de Mongaguá, cidade vizinha. No entanto, a Polícia Civil, descobriu que a jovem foi morta para que o casal pudesse receber R$ 260 mil de um seguro de vida feito em nome dela, que estava grávida. Para a polícia, o patrão é o pai da criança e o próprio assassino e teria cometido o crime com o consentimento da esposa. (BNews)

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