Marcos Mion homenageia filho no Dia do Autismo: 'Orgulho'

O apresentador Marcos Mion aproveitou o Dia Mundial do Autismo, neste 2 de abril, para fazer uma homenagem ao filho mais velho, Romeo, de 12 anos. Ele publicou em suas redes sociais um vídeo em que o garoto aparece brincando com a mãe, Suzana Gullo. "Sabe o que é o Dia do Autismo? Para a maioria ainda é apenas um dia onde, talvez, ouça falar 'daquela doença do filho do Marcos Mion' um pouco mais. Sempre agradecendo a Deus, de forma muito discreta, pois fere a ética comemorar em alto e bom som, por seus filhos 'estarem salvos'. Agora, sabe o que é o dia de conscientização do autismo para mim? O dia do orgulho. Orgulho por poder bater no peito e comemorar, diferente da alegria vergonhosa que mencionei, em alto e bom som que sou diferente! Sou diferente porque meu filho, em sua normalidade autista, me deu esta oportunidade!", declarou. Mion segue o texto destacando que ele e a mulher já sofreram preconceito com o filho. "Respondemos pegando no colo, beijando e abraçando nosso Romeo, destruindo os pobres de espírito com amor infinito. Orgulho em saber que a base da minha família é sólida graças ao autismo.Em saber que evolui e me tornei o homem que sou, inspirando milhares de pais e mães graças ao autismo", continou. Ele finaliza citando seus outros filhos, Stefano, de 8 anos, e Donatella, de 9. "Orgulho em saber que meu casamento de 13 anos vai até a vida eterna e goza da tranquilidade que a certeza oferece por causa do autismo! Em saber que meus filhos são crianças tolerantes, bondosas, que só me dão orgulho no quesito consciência social porque já nasceram num lar com autismo. Que eles serão adultos incríveis, sensíveis, respeitosos e altruístas por causa do autismo. Orgulho imensurável do meu anjo Romeo. E orgulho de nós; Suzana, Doninha, Tefo, Família Mion e Família Gullo. E autismo não é doença. É uma condição neurológica que afeta a comunicação e interação social. Decorem". Suzana também homenageou o filho. "Vamos juntos combater o preconceito, aumentar a conscientização e principalmente aceitar, respeitar e entender essas pessoas, crianças e adultos do espectro, que muitas vezes sofrem com a falta de conhecimento da maioria da população", escreveu ela. (Correio)

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