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Júri de Kátia Vargas: Promotores pedem que juíza retire expressões ‘ofensivas’ de ata

O promotor Luciano Assis encaminhou à juíza Gelzi Souza, da 1ª Vara do Júri de Salvador, uma petição pedindo que sejam excluídas da ata do julgamento da médica oftalmologista Kátia Vargas as expressões “deselegante e desrespeitosa”, atribuídas à conduta dele e do promotor Davi Gallo. Após a absolvição Kátia por júri popular, os promotores deixaram o Fórum Ruy Barbosa, onde ocorreu o julgamento, sem assinar a ata com a sentença. A atitude foi criticada pela juíza ao lavrar a ata. No documento, Assis justificou que pediu licença para sair do plenário porque Gallo teve um mal estar provocado por alta na pressão arterial. Entretanto, logo após deixarem o local, os dois ainda deram uma entrevista à TV Bahia, na qual o promotor, apesar de se queixar do problema de saúde, criticou com veemência o resultado do júri. Segundo Assis, as expressões usadas pela juíza constam em documento público sem expressar os reais motivos das ausências e, portanto, tiveram caráter ofensivo. Eles justificam, ainda, que, nos dois dias do julgamento, não se ausentaram do Plenário, trabalhando sobre todos os atos processuais e demais ocorridos.

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