Procuradoria do Rio pede soltura de Rosinha e manutenção da prisão de Garotinho

A Procuradoria Regional Eleitoral no Rio (PRE/RJ) pediu ao Tribunal Regional Eleitoral (TRE/RJ) que a ex-governadora Rosinha Garotinho (PR) seja solta, e fique sob monitoramento por tornozeleira eletrônica. O entendimento é de que ela apenas "consentiu com os crimes" praticados pelo marido, o ex-governador Anthony Garotinho (PR). A PRE solicitou a manutenção da prisão preventiva de Garotinho, apontado como líder de uma organização criminosa. O casal foi preso no último dia 22 sob acusação de crimes como corrupção, participação em organização criminosa e falsidade na prestação de contas eleitorais entre os anos 2009 e 2016, quando Rosinha era prefeita de Campos, município do Norte Fluminense. A decisão do TRE deve sair ainda nesta quarta-feira. O tribunal julga também habeas corpus impetrados pela defesa do casal. Para a PRE, Rosinha deve ter a prisão preventiva substituída pelo monitoramento e, em liberdade, ficar proibida de manter contato com testemunhas e de se ausentar de Campos. Outras obrigações seriam ficar em casa de noite e aos fins de semana. "Cautelares menos gravosas também resguardariam a sociedade de prejuízos causados por aqueles que, ao revés, deveriam servir de exemplo de honestidade e probidade, mas que findam por frustrar a vontade popular", acredita o procurador regional eleitoral Sidney Madruga. Já Garotinho, "como líder da organização, apresenta risco de interferir na instrução criminal em curso, como coação de testemunhas", argumentou Madruga. (Tribuna da Bahia)

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