Trump permite recusa de empresas em fornecer anticoncepcionais

O Departamento de Saúde dos Estados Unidos anunciou nesta sexta-feira (6), que instituições educacionais e empresas privadas podem se recusar a oferecer medicação anticoncepcional a funcionárias e alunas através de seus seguros médicos. A decisão do governo Donald Trump impacta na perda do acesso gratuito à milhares de mulheres. A decisão da Casa Branca foi bastante criticada por colocar em risco a saúde de mulheres com base em motivos religiosos ou morais. Durante o governo Obama, que criou a norma, cerca de 200 empresas haviam pleiteado recursos para suspender a obrigação de fornecer o medicamento. Atualmente, mais de 55 milhões de mulheres recebem o anticoncepcional de forma gratuita. Em oito meses de governo, Trump tem tomado decisões que agradam a base religiosa. Ele indicou Neil Gorsuch, conservador de primeira linha, para a Suprema Corte. Recentemente, foi aprovado reforma sanitária que pode deixar quase 30 milhões de pessoas sem cobertura médica nos próximos anos, de acordo com o EL País. Entre outras polêmicas, Trump já determinou a proibição de transgêneros nas Forças Armadas e retirou a proteção a trabalhadores e estudantes homossexuais.

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