Planalto rebate acusações contra Temer e cita violações a Estado Democrático de Direito

Após a conclusão do inquérito da Polícia Federal que indica a liderança do presidente Michel Temer em uma suposta organização criminosa formada por outros peemedebistas, a Secretaria da Comunicação Social da Presidência divulgou nota nesta terça-feira (12) afirmando que ‘garantias individuais estão sendo violentadas, diuturnamente, sem que haja a mínima reação’. “Chega-se ao ponto de se tentar condenar pessoas sem sequer ouvi-las”, aponta o comunicado. A pasta ainda faz menção indireta aos delatores, que constroem versões “por ouvir dizer”. “Facínoras roubam do país a verdade. Bandidos constroem versões ‘por ouvir dizer’ a lhes assegurar a impunidade ou alcançar um perdão, mesmo que parcial, por seus inúmeros crimes. Reputações são destroçadas em conversas embebidas em ações clandestinas. Segundo informações do portal G1, a secretaria informou que divulgou a nota para rebater “recentes acusações contra o presidente”. Além de Temer, foram implicados no inquérito os ministros Moreira Franco (Secretaria-Geral) e Eliseu Padilha (Casa Civil), o ex-ministro Geddel Vieira Lima, os ex-deputados Henrique Alves e Eduardo Cunha. “O Estado Democrático de Direito existe para preservar a integridade do cidadão, para coibir a barbárie da punição sem provas e para evitar toda forma de injustiça. Nas últimas semanas, o Brasil vem assistindo exatamente o contrário”, defende a nota.

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