Moro pede prisão de Léo Pinheiro, condenado em 2ª instância

O juiz Sérgio Moro ordenou a expedição de mandado de prisão para execução provisória para os empreiteiros ligados à OAS, José Adelmário Pinheiro, Léo Pinheiro e Agenor Franklin Magalhães Medeiros, condenados em 2ª instância. Os executivos foram sentenciados pelo Tribunal Regional Federal da 4ª Região a 26 anos e 7 meses de prisão por corrupção ativa, lavagem de dinheiro e organização criminosa. A decisão de Moro é de 13 de setembro. Léo Pinheiro já havia sido preso na Operação Juízo Final, 7ª fase da Lava Jato deflagrada em novembro de 2015. O executivo ganhou a prisão domiciliar, por ordem do Supremo Tribunal Federal, e voltou para o regime fechado em 5 de setembro de 2016. Ele e Agenor foram condenados em ação penal sobre propina de R$ 29.223.961,00 à Diretoria de Abastecimento da Petrobrás por contratos da Refinaria Getúlio Vargas (Repar) e da Refinaria Abreu e Lima (Rnest). Ao ordenar a prisão de Léo Pinheiro, Moro alega que ‘a execução após a condenação em segundo grau impõe-se sob pena de dar causa a processos sem fim e a, na prática, impunidade de sérias condutas criminais’. As prisões ordenadas por Moro tiveram base em decisões do TRF-4.

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