Atletismo dá medalha de prata à Bahia nos Jogos Escolares da Juventude

Duas medalhas foram asseguradas por atletas da Bahia no terceiro e último dia de provas de modalidades individuais dos Jogos Escolares da Juventude, em Curitiba (PR) – Évila Michele, de Itacaré/Taboquinhas (sul), conquistou a prata na prova mil metros rasos no atletismo e a ginasta Alana Barbosa Santos, de Salvador, bronze na ginástica rítmica, na prova aparelho com arco. Toda a delegação, dos jogos individuais e coletivos, viajou com apoio da Superintendência dos Desportos do Estado da Bahia (Sudesb), que fretou avião para garantir mais conforto e agilidade no traslado das 180 pessoas, entre atletas, oficiais, fisioterapeuta, jornalistas, técnicos e professores. Com o final dos jogos individuais, as quadras agora serão ocupadas por atletas das modalidades coletivas – basquete, futsal, handebol e voleibol. Os 82 atletas (masculino e feminino) que representam a Bahia nas quatro modalidades chegaram a Curitiba na manhã de sábado (16), mas os jogos só começaram neste domingo. No primeiro dia de provas individuais dos Jogos, realizados entre os dias 13 e 15, Kauan Monteiro e Iuki Cauan, ambos de Camaçari e alunos de escolas públicas, já haviam assegurado a medalha de bronze na prova dupla masculina de tênis de mesa. Com o final dos jogos individuais, o saldo da participação da Bahia nesta primeira fase dos jogos é de três medalhas – uma de prata e duas de bronze. Apesar de ser um número bem abaixo da performance apresentada por atletas baianos em edições anteriores – ano passado, nessa faixa etária de 12 a 14 anos dos jogos individuais foram 11 medalhas conquistadas –, a novidade desta edição de 2017 foi a presença da Bahia em podiuns de tênis de mesa e GR, modalidades que historicamente poucas medalhas deram ao estado baiano – no tênis de mesa, temos o registro de um terceiro lugar em 2013, assegurado pela atleta Joyce Tavares, também de Camaçari, e na GR, pelo menos nos últimos dez anos, sem registro de podium. “Nesta edição, houve uma renovação muito grande dos atletas nessa faixa etária. Além de a maioria estar vindo pela primeira vez, há um número expressivo de atletas de 12 anos, com pouca vivência ainda no esporte. Tanto os dirigentes da Sudesb quanto os professores e técnicos que acompanham as provas já sabiam que não teríamos muitas medalhas nesta etapa”, observou o chefe da delegação baiana e dirigente da Sudesb, Álvaro Gonçalves, salientando, no entanto, que o ganho dos alunos é imensurável no que diz respeito à participação, aprendizado e convivência com atletas da mesma faixa etária de todo o Brasil.

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