Fenômeno eleitoral e das redes sociais, Doria tem apoio em 14 estados

Com os olhos em 2018, o mundo da política tem sido de flertes. Em julho, o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), esteve perto da principal cadeira do Palácio do Planalto. O prefeito de São Paulo, João Doria (PSDB), é a novidade. Fenômeno eleitoral e das redes sociais, o tucano ainda não conseguiu conquistar os medalhões do próprio partido para se cacifar como candidato nas eleições presidenciais do ano que vem, mas tem chamado a atenção de concorrentes, como o PMDB e o DEM. Além de contar com o apoio de empresários no país, para especialistas, Doria carrega no nome um dos critérios mais almejados atualmente: o sentimento de renovação. A divisão interna no PSDB apimenta ainda mais o assédio com outras legendas. A divergência de opinião entre os cabeças-pretas e os cabeças-brancas — cada vez mais latente — potencializa o cerco em torno do prefeito. “Hoje, a cúpula comandada pelo senador Aécio Neves (presidente licenciado), é um entrave para o Doria. E tem também aquela história de que o Alckmin está na fila e esse partido tem tradição em respeitar as filas. Mesmo que isso signifique perder, como foi nas últimas quatro vezes”, comenta um tucano que prefere não se identificar.

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