Sumiço de meninas após morte dos pais completa 3 meses; família faz protesto

Após três meses de buscas, as duas meninas que desapareceram depois que os pais foram achados mortos em um matagal, na cidade de Pedrão, a cerca de 130 km de Salvador, ainda não foram encontradas. Na manhã desta sexta-feira (28), familiares e amigos das crianças fizeram uma manifestação, na capital baiana, para pedir agilidade nas investigações. "É só olhar para a gente, para a situação que a gente está vivendo, para saber a dor. Só essa dúvida da gente não saber se está viva, se está morta, se está sofrendo, se estão maltratando, se está em cativeiro. Está doendo. Cada dia que passa fica pior", disse a avó paterna das meninas, Maria Lúcia dos Santos. Com faixas e cartazes, o grupo percorreu as ruas do bairro de Valéria, onde a família do pai da menina mora. Este é o segundo protesto que os familaires e amigos das crianças fazem. A Polícia Civil investiga o caso e ainda não tem notícias sobre o paradeiro de Sofia Lima, de 1 ano, e Luna Moreira, de 5 anos. O avô paterno das crianças, Roberto Luís, que chegou a oferecer R$ 5 mil como recompensa para quem encontrasse as meninas. O dinheiro também vale para alguma informação que leve ao paradeiro delas, estava na caminhada e também cobrou uma solução. "São crianças que são inocentes. Não tá aqui se falando de pai ou de mãe. Tá se falando das duas crianças . Eu sei que tem inteligência na polícia para desvendar isso aí. Eu quero minhas netas", disse. "Eu tenho esperança e eu creio que nós vamos encontrar essas crianças, em nome de Jesus", desabafou a tia das meninas, Aline Conceição. (G1)

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