Jornalista da Record acusa chefe de assédio sexual e é demitida

Uma jornalista da RecordTV no Rio Grande do Sul relatou este mês um caso de assédio sexual que sofreu. "Decidimos fazer um dia de greve para chamar a atenção da chefia superior sobre os assédios moral, que todos sofrem, e até mesmo sexual, que eu sofri, naquela emissora. O resultado foi a demissão de apenas um dos chefes, o que me assediava sexualmente, a permanência da outra chefe, que pratica assédio moral com todos, e a demissão de oito funcionários, incluindo eu, que lutaram por melhorias nas condições e no ambiente de trabalho", postou a jornalista Elisângela Veiga, que foi demitida da Record no último dia 3. Em outubro do ano passado, os jornalistas da emissora no estado fizeram uma greve pedindo melhores condições de trabalho. Elisângela estava entre os grevistas e diz que foi demitida por represália e que pretende processar a emissora por assédio sexual e moral. Ao NaTelinha, ela contou detalhes. "Ele falou assim: 'Nossa, você sabe que você é linda, tu é gostosa, tu é sexy, quem aqui dentro não quer te comer? A TV inteira quer te comer, eu quero te comer. Tu sabe, não adianta ficar constrangida que você tá na lista das três mais gostosas dessa televisão'. Eu nunca imaginei ouvir isso de alguém, ainda mais de um chefe", disse ela, sem citar o nome do envolvido. (Correio)

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