Conheça a técnica de radiofrequência que promete acabar com as estrias

Estrias vermelhas ou brancas ocorrem por um estiramento da pele além da sua capacidade, de forma duradoura. Para tratá-las, a LMG Lasers lança a novidade Eletroderme, um sistema de radiofrequência microagulhada, disponível para a multiplataforma Solon. "As agulhas banhadas a ouro ultrapassam a epiderme, emitindo ondas eletromagnéticas apenas nas camadas mais profundas da pele, preservando a superfície. Isso faz com que a temperatura da derme chegue até a 70ºC, estimulando a produção de colágeno e refazendo as fibras rompidas", afirma o dermatologista Dr. Abdo Salomão, membro da Sociedade Brasileira de laser em Medicina e Cirurgia e da American Academy of Dermatology. Segundo o dermatologista, a ação do Eletroderme provoca o estímulo da regeneração celular por meio do processo de cicatrização, a proliferação de células-tronco e estímulo da síntese de elastina, da neocolagênese (produção de colágeno) e angiogênese (proliferação de vasos sanquíneos). "Esta técnica pode ter ação até a derme média e, por possuir radiofrequência, realiza pontos de coagulação de efeito térmico sem nenhuma interação com a epiderme", acrescenta. O equipamento pode ser ajustado para atingir temperaturas de 55ºC a 100ºC. Durante o procedimento, o paciente pode sentir leve aquecimento no local. Para que os resultados sejam satisfatórios, são necessárias, em média, quatro sessões com intervalos mensais, dependendo da resposta de cada paciente, segundo o dermatologista. "O pós-procedimento é tranquilo, a recuperação é muito rápida, bem como o retorno do paciente às atividades. A região, em alguns casos, pode ficar eritematosa e edemaciada. Em 30 dias já é possível ver os primeiros resultados. Os finais aparecem após quatro meses", comenta. Além das estrias, o equipamento também pode ser indicado para resurfacing (fotoenvelhecimento), cicatrizes (de acne, queimadura, cirúrgica), melasma, melhora da textura da pele (poros dilatados), além de auxiliar na deposição de substâncias terapêuticas nas camadas mais profundas da pele (drug delivery). O procedimento é contraindicado para gestantes e pacientes com tendência à formação de queloide, e não deve ser feito em áreas do corpo com infecções. (Noticias ao Minuto)

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