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Collor lembra impeachment para realçar o risco que corre Dilma com o ‘azedume’ do Legislativo

15/03/2012 - Apeado da liderança do governo por Dilma Rousseff, o senador Romero Jucá (PMDB-RR) escalou a tribuna para despedir-se das funções. Foi aparteado por 22 colegas. Encaminhava-se para o fim do pronunciamento quando Fernando Collor (PTB-AL) pediu a palavra. Collor repisou os elogios que os demais senadores haviam dirigido a Jucá. E declarou-se preocupado com a eletrificação das relações do Planalto com o Congresso. Vive-se, segundo ele, “um momento extremamente delicado”. Fez menção à troca de líderes que Dilma promoveu nas duas Casas legislativas. “Não vejo com tanta tranquilidade, como alguns estão vendo, essa transição e essa mudança de lideranças. Não enxergo assim. Gostaria de estar errado. Mas é um momento extremamente delicado. Muito delicado.” Fez uma referência indireta à votação que levou à derrocada de Jucá –a rejeição do nome indicado por Dilma para continuar no comando da Agência Nacional de Transportes Terrestres. “Os acertos de um governo são sempre do presidente. Os erros do governo, em geral, são descarregados sobre os ombos dos líderes que não conseguiram aprovar as matérias para cá enviadas pelo Executivo.” Leia mais no Blog do Josias.

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